Texto: Adriana Araujo

Texto: Adriana Araujo

Com a crise que assola o estado do Rio de Janeiro e altos índices de desemprego em todas as categorias, alguns gastos precisam ser revistos, principalmente nesta época de fim de ano, que demanda tantos gastos extras. Famílias como a da psicóloga, Taiany Araujo, e da operadora de telemarketing, Livia Almeida, reduziram as despesas da época com adaptações e substituições, que deixaram a ceia mais barata, sem tirar o caráter de celebração da data.

Uma estratégia de economia que pode ser adotada é solicitar que cada membro da família que irá participar da ceia colabore com um prato. Lívia conta que precisou enxugar o orçamento por conta da chegada de mais um bebê na família: “Esse ano não vou fazer ceia na minha casa, vamos passar na casa da minha cunhada, e cada um vai levar um prato”, relata.

Na casa de Taiany, houve cortes na variedade de itens da ceia, que esse ano será mais simples. “Dimunuímos consideravelmente o número de pratos de comida e variações de sobremesas, deixando apenas dois tipos: um pudim e um quindim. Também cortamos todas as bebidas alcoólicas. Antes comprávamos vinho, champanhe, ice e refrigerante. Esse ano será só o refrigerante e, mesmo assim, diminuímos a quantidade de garrafas”, revela a psicóloga, que pretende gastar 1/3 do que gastava nos anos anteriores.

Dimunuir o número de convidados também pode ser uma tática para economizar. “Normalmente, a casa ficava cheia e fazíamos comida para todas as visitas. Esse ano seremos só a família mesmo, seis adultos e uma criança”, conta Taiany.

Os presentes e decoração típica da época também são itens que costumam pesar no orçamento de fim de ano. Taiany também economizou nesse aspecto: “Não compramos enfeites novos e só trocaremos presentes entre nós com o valor máximo de vinte reais”, conta.

 

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