A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que terminaria na última sexta-feira (26), foi prorrogada até dia 9 de junho. Ao longo dessas duas semanas, as unidades de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continuarão a oferecer a vacina para a população alvo da campanha, de segunda a sexta-feira, das 8h às17h. No município do Rio, até a noite da última quinta-feira, 1.134.217 pessoas foram vacinadas na campanha, mas a cobertura dos grupos prioritários ainda é considerada baixa: apenas 59,3%.

A vacina tem o objetivo de reduzir as internações, complicações e mortes em decorrência das infecções pelo vírus da gripe e é aplicada às vésperas do inverno, período de maior incidência da doença. Além dos grupos prioritários – Idosos, gestantes, crianças até 5 anos e 11 meses, indígenas e pessoas com doenças crônicas (segundo o portal do governo federal), também estão sendo vacinados doentes crônicos, mediante apresentação de prescrição do médico que acompanha o paciente; professores dos ensinos básico, médio e superior, das redes pública ou privada, que deverão apresentar comprovação da atividade profissional (contracheque, declaração, carteira funcional); e presos e funcionários do sistema prisional.

Para saber a clínica da família ou centro municipal de saúde que oferta a vacina mais próximo de sua residência ou trabalho, basta verificar no site da SMS, em http://www.rio.rj.gov.br/web/sms. A consulta também pode ser feita pelo telefone, no número 1746. É importante não deixar para comparecer ao posto de vacinação somente nos últimos dias da campanha, para evitar filas e maior tempo de espera.

Para pessoas que tenham apresentado febre recente, recomenda-se adiar a vacinação até que o estado de saúde melhore. Portadores de doenças neurológicas e síndrome Guillain-Barré devem consultar um médico antes de tomar a vacina e seguir suas orientações. Já pessoas com história de alergia grave e prévia a ovo ou a algum outro componente da vacina não devem se vacinar. É importante levar a Caderneta de Vacinação ou algum comprovante da situação vacinal à unidade de saúde.

 

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